Sobre

DSCN0855Meu nome é Laís. Não vou escrever um texto em terceira pessoa, como maioria dos blogueiros costumam fazer. Isso aqui é algo pessoal, feito de coração; mais uma exteriorização psíquica característica da função emotiva do que uma autobiografia em si.

Nasci numa tarde de primavera-com-cara-de-verão do mês de dezembro, na cidade do Rio de Janeiro. Digamos que essa condição climática seja bastante comum por aqui: todas as estações têm cara de verão.

Como boa carioca, meu lazer favorito é a praia. Fora isso, adoro samba, bossa, mpb, churrasco de domingo, futebol (sou Flamenguista doente!) e tudo que estiver relacionado.

Fui aluna do Colégio Pedro II – Campus São Cristóvão de 2002 a 2012 e foi lá que aprendi as maiores lições; lições essas não só acadêmicas, como também de vida. Foi no Pedro II que descobri o meu amor por línguas e por ciência, principalmente. Foi lá, também, que em 2009 comecei a voluntariar como instrutora de francês. Essa experiência me propiciou ainda mais amor ao próximo, além de promover os tão importantes valores de cooperação e respeito que são essenciais a todos nós.

Em 2010, ganhei uma bolsa do CNPq para fazer Iniciação Científica no Laboratório de Imunofarmacologia da Fiocruz, que além de ser a mais importante instituição de ciência e tecnologia aplicada em saúde da América Latina, é referência em pesquisas biomédicas. O que fiz lá foi basicamente estudar e tentar desenvolver fitomedicamentos (de origem natural) voltados ao tratamento de alergia, dor e inflamação. Ao término do curso de Iniciação, o sucesso da minha pesquisa serviu de confirmação ao desejo de seguir carreira na área científica, mais especificamente na área de saúde.

Ainda na Fiocruz, trabalhei como voluntária em campanhas de vacinação. Sempre dei bastante importância e ênfase à filantropia, procurando sempre aplicá-la à minha própria vida. Sempre foi muito gratificante, para mim, ver o sorriso de alguém após as aulas de monitoria de francês e até mesmo o rostinho banhado em lágrimas daquela criança após tomar a BCG (um dia ela entenderia que eu lhe fiz um bem enorme!).

Por conseguinte, em 2012, todas as horas dedicadas ao voluntariado valeram a pena: com apenas 17 anos, fui escolhida pela Embaixada Americana para representar o Brasil nos Estados Unidos sob o título de Jovem Embaixadora. Passei 21 dias na terra do Tio Sam compartilhando a cultura brasileira ao mesmo tempo que aprendia sobre a americana. Essa foi a primeira grande experiência (e responsabilidade) da minha vida, da qual jamais esquecerei e pela qual serei eternamente grata. Foi, definitivamente, um período de auto-conhecimento, crescimento e expansão dos valores de consciência coletiva. Conheci pessoas maravilhosas, sem as quais hoje eu não seria a mesma pessoa.

Em junho do mesmo ano, tive a oportunidade de representar o Brasil novamente; dessa vez, como a primeira brasileira participante do programa de International Living da World Learning na França, onde passei pouco mais de 40 dias. Nessa experiência, conheci mais pessoas incríveis e  aprendi muito não só sobre a língua e cutura locais, mas sobre eu mesma e minhas relações com os demais. Foi inesquecível.

O somatório de todas essas experiências formaram a pessoa que sou hoje: independente, humilde, benevolente, mente-aberta e extremamente adaptável à situações e lugares diferentes. Para mim, não há nada melhor do que conhecer pessoas novas. Aprender sobre idiomas, hábitos, costumes e culturas que me façam sair da zona de conforto e enxergar o mundo a partir de uma nova perspectiva é impagável. Resumidamente, sou apaixonada pela arte de viver. E viver de forma simples, visando apenas aproveitar as inúmeras oportunidades que surgem a cada nascer do sol.

Já fui aluna de Enfermagem na Universidade Federal Fluminense (UFF) e do curso de Relações Internacionais no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec). Percorri uma longa jornada até me tornar aluna de um dos cursos mais disputados do país, que é a Medicina. Atualmente, sou aluna da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP) e sinto que finalmente encontrei o meu caminho. Sabe aquela sensação de que você realmente nasceu para tal coisa? Então, medicina, pra mim, é amor, é realização daquele ideal que cultivo desde os tempos de ensino médio; reflete o meu amor e desejo de cuidar do próximo.

Enfim, só tenho a agradecer a Deus pelo que Ele pôs em minha vida e por tudo aquilo que certamente ainda virá.

Ah, esqueci de dizer que também gosto muito de ler e escrever. Escrevo esse blog, por exemplo, porque me apetece. O título foi inspirado em Nalu pelo Mundo, aquela série do Multishow. Espero que gostem e que as palavras dessa viajante sejam lembradas em algum momento de suas vidas. Nunca se esqueçam de que essa é a história de uma jovem comum, exatamente igual a você que está lendo, que seguiu seus sonhos -embora inúmeras pessoas a tenham tentado fazer desistir- e conquistou o que queria.

… Mas isso é só o início. Chega mais, senta aí, pega uma gelada que eu te conto tudo.

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