Tour de compras em Orléans

12 de Julho de 2012
Orléans, France

 

Acordei mais ou menos às 8h30, tomei banho e vesti uma roupa para ir a Orléans. 

Vista da Catedral de Orléans e da Ponte Georges V

A cidade fica a 69km de Blois e a viagem foi mais rápida do que imaginei: durou cerca de 1h e quando dei por mim, já estávamos lá.

Pegamos um pouco de chuva enquanto estávamos na estrada e a Marie Paule dirigiu nessas condições até que enfim conseguimos estacionar próximo à estação de Orléans. Tenho 99,9% de certeza de que já estive lá antes; talvez quando vim de trem de Paris para Blois.

Estação de Orléans

Caminhamos um pouquinho até o Centre Commercial Place d’arc, onde passamos um bom tempo fazendo compras. Lá estão localizadas algumas as lojas mais famosas do país.

interior do Place a'arc

interior do Place a’arc

Romane praticamente varria todas as vitrines, enquanto eu fui mais contida e só comprei três coisas: um short jeans de estampa inglesa na Zara (27,95€) e duas sapatilhas na H&M, cada uma por 9,90€.  

No Place d’arc também tinha umas lojas bem trash mesmo, tipo Claire’s e Accesorize (que também tem aqui, na terra Brasilis). Nessas vende-se todas aquelas bugingangas exportadas do Paraguai (que eu, como boa sul-americana, reconheci logo) e China. Roxanne e Capucine ficaram maravilhadas com os apliques de cabelo, presilhas, chapéus horríveis e adesivos para unhas. Senhor, tende piedade e perdoai!

Deus é mais!

Deus é mais!

Depois da passagem pela H&M, paramos num lugar onde havia mesinhas e cadeirinhas (aqueles lugares de descanso feitos para o homem que vai com a esposa ao shopping e nao aguenta o “entra e sai” feminino em centenas de lojas) e fizemos uma típica farofa carioca. Marie-Paule abriu uma bolsa térmica e tirou sanduíches de patê, garrafas d’água e bananas e nós matamos a fome ali mesmo, sem medo de ser feliz, tampouco dos olhares alheios.

Romane entrou em cerca de 400 outras lojas (como a NafNaf, Jules e Promod), experimentou toneladas de roupas e não levou nenhuma. Faz parte. Fazer isso aqui é bem mais tranquilo, já que não vem um vendedor perguntar “posso ajudar?” e ficar te empurrando várias peças alegando promoções espetaculares caso você as leve.

Ah, aqui você diz “bonjour” e “au revoir” ao vendedor ao entrar e sair das lojas, respectivamente. É falta de educação não fazê-lo.

Passamos em uma Galleries Lafayette e em uma loja chamada Mademoiselle et Vous, onde eu me senti extremamente culpada por inteirar 3€ para que Romane comprasse um vestido de avó e uma saia que parece com a que uso para ir à escola. 

Às 2h da tarde, já estávamos cansadíssimas e nosso refúgio foi uma Fnac, onde sentamos na sessão infantil para agradar Rox e Capu e lemos alguns livros (infantis, claro. Eu por exemplo, peguei “Mystère à Paris” e depois “Où est Charlie?“, a versão Francesa de “Where’s Wally?“). Romane, que não curte castelos, museus, tampouco livros, deitou-se em um puff chão e ali ficou até que o telefone tocasse com uma chamada de Marie-Paule dizendo que havia chegado e que nós deveríamos descer.

Descemos e como estavamos morrendo de fome, ela nos comprou donuts. Caminhamos um pouco até o carro e no caminho de volta, eu nao pude evitar o sono. 

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