Speed and movement!

January 17th, 2012
Charlotte, North Carolina

Depois do pior almoço de nossas vidas, seguimos para o NASCAR Hall of Fame, local construído em homenagem dos pilotos que têm demonstrado enorme habilidade na condução de NASCARs ao longo dos anos. As corridas de NASCAR só perdem para a Liga Nacional de Futebol no quesito audiência televisiva, o que comprova a popularidade do esporte no país. Apesar de ser transmitido em mais de 150 países e de haver competidores brasileiros, a modalidade não é comum por aqui. Diz-se por aí que o NASCAR tem 75 milhões de fãs pelo mundo inteiro e que estes compram mais de 3 bilhões de dólares em produtos licenciados anualmente. Wow!

luv the flags behind me!

A equipe do Caldeirão acompanhou a nossa visita ao local e registrou tudo! Ainda bem que eles ainda não tinham chegado na hora do almoço, porque… né?!

Enfim, para nossa surpresa, fomos recebidos por ninguém mais, ninguém menos que o brasileiro Nelsinho Piquet, filho do três vezes campeão do torneio mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet. Atualmente, Nelsinho compete na Camping World Truck Series (corrida daqueles caminhões que parecem uma pickup – perdoem a minha falta de técnica tipicamente feminina) e também na Nationwide Series (stock car). Ele, muito simpático, nos guiou por todo o Hall of Fame enquanto contava um pouco da história das corridas, dos carros e respondia nossas perguntas curiosas. Perguntamos coisas básicas sobre a carreira dele, como o momento mais difícil, o mais memorável, se ele tem alguma outra inspiração além do pai, se ele pretende voltar ao Brasil e tal.

Assistimos um vídeo sobre a história do NASCAR num cineminha que tem lá dentro e depois os meninos participaram de uma simulação de pit stop. Fizeram tudo em 13 segundos, tempo que pode não parecer nada em situações cotidianas, porém, que eliminaria um corredor da competição. Você já viu como funciona um pit stop? O cara pára ali, um “ban’digente” vem pra cima do carro e em 4 segundos ele sai em disparada para retomar sua posição na corrida. Como pode trocar pneu, reabastecer, fazer manutençao etc em quatro segundos? Ainda acho que todo mundo ali deve ser asiático…

Minha foto com o Nelsinho

SEUS LINDOS!

Também participamos de uma simulação de corrida muito legal. Fui a antipenúltima, aeee \o/

Depois do NASCAR, seguindo a linha dos esportes, fomos ao Bank of America Stadium. Lá é a casa do Carolina Panthers, time local de futebol americano que disputa a NFL (National Football League). Apesar de ser um time relativamente novo, em 2004 o Carolina Panthers chegou ao Superbow, aquele jogo final que decide o campeão da NFL, sabe qual é? (#carioquice) A equipe infelizmente perdeu para o New England Patriots (time da graaaaande Boston) por 32 a 29. Que dó!

Fomos guiados por um dos diretores do clube por todas as salas privativas, halls, corredores e visitamos até os camarotes vip, que, cá pra nós, têm uma vista pra lá de prestigiada de todo o estádio. Pena que só são acessíveis às elites Charlotteans, haha:

A vista que temos do camarote com o prédio ralador de queijo que eu amo ao fundo.

NFL, baby!

Foto do grupo fazendo o gesto que os jogadores fazem quando marcam ponto. Como a temporada de jogos ainda não havia começado e o gramado ainda estava passando por processo de renovação, não fomos autorizados a entrar.

Depois o diretor nos levou a um lugar super restrito, top secret mesmo, que ninguém tem acesso em condições normais. Como se tratava dos Jovens Embaixadores, essa situação poderia ser tudo, menos normal. Então, nossa entrada foi autorizada no vestiário e pudemos ver o lugar destinado a cada jogador, bem como as coisas que eles guardavam lá, esquemas de jogo, materiais, etc:

ameeeeei!

E assim terminou nossa visita ao estádio. Ah, também ganhamos uns copos (copões! Quase nenhum copo nos EUA é pequeno) oficiais de brinde. Eu ganhei dois que dei de presente aos meus irmãos quando retornei ao Brasil.

Depois tivemos que voltar a van do Omar e antes disso, decidimos no “zerinho ou um” quem seria o primeiro a entrar, já que no dia anterior tivemos uma experiência nada agradável no sentido olfático, se é que você me entende. HAHA. Dispensei o “zerinho ou um” e valendo-me de minha enorme coragem e bravura, entrei. Cinco segundos depois, dei o sinal verde para que a galera entrasse, pois estava tudo bem. Ainda bem! Como o Omar ousava dispersar “o aroma de pinho, sal e maresia que só as Carolinas têm”, como bem disse Nicholas Sparks? Quanta audácia!

Enfim, enquanto voltávamos a Olympic, combinamos de fazer uma festinha na casa da Clara. Em Charlotte era realmente party everyday! No estacionamento, encontrei Valentina e meu pai, que dirigia o carro. Avisei-os dos planos para a noite daquele dia e perguntei se Valentina queria vir conosco. Ela aceitou na mesma hora, diferente do Igor. Gente, eu tive que pelejar para que ele viesse, pois ele estava com vergonha de pedir ao seu host father para buscá-lo um pouquinho mais tarde na casa da Clara. Quanta mineirice! Fui com Valentina até a janela de seu carro e falamos com o pai dele, que aceitou imediatamente.

Clara e Michelle, sua host sister, moravam exatamente atrás da Olympic, então não demoramos mais de 5 minutos para chegar lá com Michelle no volante. Ela só tinha 17 anos e já podia dirigir, já que a idade mínima para conduzir um veículo nos EUA é 16 anos. Eu achava isso o máximo! Já pensou se o mesmo se aplicasse ao Brasil?

Enfim, quando chegamos lá, pedimos pizza e guaraná e passamos a noite dançando no Wii. Esse definitivamente era um dos nossos hobbies:

party rocking!

Charlotte Team + host siblings (missing Daniel, Italo and Kesia)

Quem tem Facebook pode ver um vídeo aqui: http://www.facebook.com/photo.php?v=3889689168575&set=t.100001309039540&type=3&theater

Dançamos, comemos, falamos com os familiares do Rafa pelo skype e ainda tivemos tempo de ensinar algumas palavrinhas em português para os host siblings. Estava tudo correndo muito bem até que eles resolveram ligar os iPads e procurar traduções de bad words. O momento gafe foi quando eles acharam Dilma como tradução para “bitch” e começaram a falar “you’re a Dilma!” pro vento, achando que estavam xingando. hahahaha, não pude deixar de rir!

Estávamos nos divertindo tanto

que nem parecia que teríamos diversas apresentações

sobre o Brasil nos dias seguintes…

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