Pelos museus de Charlotte

January 15th, 2012
Charlotte, North Carolina

Conheci meu host grandpa no finalzinho da manhã e iniciamos o dia com um brunch (breakfast + lunch) no Pewter Rose Bistro.

Adorei conhecer Mr. Keppler, ou Hank, como passei a chamá-lo um certo tempo depois. Durante o brunch, eu, meu avô e minha irmã conversamos sobre as mais variadas coisas. Descobri que ele gostava muito de viajar e que já tinha passado por praticamente todos os continentes.

Lembro que na hora de fazer o pedido, um certo prato (que agora eu não lembro mais qual era) causou impasse. Valentina o adorava, enquanto Hank odiava! Então, adivinha pra quem sobrou a decisão de pedi-lo ou não? Pra mim, é claro! Sempre eu, sempre eu…

Experimentei e dei o voto de minerva: não. “Que cara de pau!” – pensei. Eu e minha sinceridade…

Todo mundo de barriga cheia, era hora de partir rumo ao nosso primeiro museu do dia. Iríamos visitar muitos até o final da tarde.

Começamos pelo Mint Museum Uptown at Levine Center for the Arts, um museu enorme como se pode ver na foto ao lado. Lá vimos exposições como a de Sheila Hicks, artista cujas obras são feitas unicamente com linhas, fibras e material têxtil. Havia também um andar inteiro para coleções de obras contemporâneas em vidro veneziano e checo.

Eram lindas, porém, segundo Hank, que é um grande admirador desse tipo de trabalho, eram também caríssimas!

Ao final da visita, encontramos essas máscaras na lojinha do museu:

We had a lot of fun! Who’d believe that we were in a museum?


O próximo museu a receber o privilégio de nossa visita (rs) foi o Mint Museum Randolph. Uma coisa muito interessante da rede de museus Mint é que se você quiser visitar mais de um museu no mesmo dia, você não precisa pagar taxas de entrada em cada um deles. Você paga apenas no primeiro, pega um adesivo e tem acesso ilimitado a todos os outros museus da rede.

Nesse segundo museu vimos uma enorme coleção de louças e cerâmica -todas de cunho histórico-, além de exposições sobre os primeiros habitantes do continente americano (Astecas, Maias e Incas), onde pude ver roupas (principalmente), objetos, etc, pertencentes a esses povos. Também vi uma coleção intitulada “Fashionable Silhouettes“, que apresentava peças de vestuário e acessórios usados ao longo de três séculos, traçando uma linha de tempo da história da moda. AMEI! A partir das peças expostas, podíamos também observar a evolução da moda moderna e as mudanças de estilo, muitas vezes causadas pela evolução das ideias e dos ideais femininos.

Eu estava adorando tudo daquele museu, mas só pirei mesmo ao ver a coleção “Chanel: Designs for the Modern Woman“. Convenhamos: qualquer menina reagiria da mesma forma, É CHANEL! Coco Chanel, a mulher que reinventou o guarda roupas feminino atribuindo a este elegância e um toque de modernidade, em substituição às roupas opulentas, apertadas e já ultrapassadas do século XIX. Diva!

Fácil reparar as diferenças entre as duas peças acima, não? Talvez alguém discorde de mim, mas acredito que se não fosse Coco Chanel, as mulheres ainda se vestiriam como ditava a moda no século XIX. (E isso não seria nada agradável…)

Já era noite quando voltamos para casa. Estávamos exaustos, mas tinha valido a pena o dia inteiro que passamos explorando os museus de Charlotte.

O dia estava acabado, mas a noite estava apenas começando…

continua…

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s