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O tempo está voando!

Já passou o Natal e 2012 acabou de chegar. Esse ano promete!

… E quem diria que aquela garota que pensava incessantemente em viver o sonho americano iria pisar nos Estados Unidos tão cedo e de forma tão memorável?

Lembro de ver fotos dos meus amigos em Orlando, Miami, Nova Iorque, Califórnia etc, e muitas vezes imaginei como seria se eu estivesse nesses lugares. Sonhei, afinal, sonhar faz bem; faz com que você crie uma expectativa sobre o futuro e tenha esperanças de que o sonho um dia se realize.

Deu certo: daqui a menos de uma semana esse sonho se tornará real. As paisagens que tanto imaginei e idealizei tomarão forma ali, bem na minha frente. A viagem está tão próxima que já é possível fazer a contagem regressiva em horas ao invés de dias, como de costume.

As malas já estão praticamente prontas. Digo praticamente, pois a sensação de “estou esquecendo algo” insiste em rodear a minha cabeça. Uns dizem que isso é inevitável (e eu concordo)!

Ah, as malas… Uma das minhas maiores dores de cabeça. Explico: tinha feito apenas três viagens até então: duas a Minas Gerais, para passar alguns dias na casa do meu primo que mora nas proximidades de BH (a primeira foi de ônibus – sufoco – e a segunda, de carro – sufoco²). A terceira viagem foi ao interior do Rio para não mais de um final de semana na casa de veraneio de uma amiga. Para ambas as viagens, usei mochilas devido a proximidade dos destinos e também devido ao tempo que passaria nesses lugares. Jamais tive uma mala de verdade e confesso que poucas vezes pensei em ter uma (somente quando sonhava com o mundo. Aí sim eu tinha plena ciência de que precisaria de algumas).

Se não tinha malas, vá lá roupas! Roupas de frio e Rio de Janeiro são duas coisas que definitivamente NÃO COMBINAM. É insano comprar coisas como casacos corta-vento e calças de lã. Um carioca jamais os usará! Seguindo a lógica, não é difícil imaginar o quanto esse tipo de roupa seja difícil de se encontrar por aqui. Existem pouquíssimas lojas com pouco mercado consumidor (e, consequentemente, proprietários de cara fechada), onde a oferta é equivalente aos olhos da cara.

Então, qual seria a solucão? Pechinchar? Não, nem assim as coisas se tornam financeiramente acessíveis. Pedir emprestado? hmm…

Assim eu fiz. Pedi umas roupinhas emprestadas aqui, outras ali e agora posso dizer que, pelo menos ao meu ver, tenho roupa suficiente para enfrentar o inverno americano (leve em consideração que sou marinheira de primeira viagem e não faço a menor ideia do frio que me espera). Quanto às malas, consegui emprestadas com o chefe do meu pai! É muito bom ver que ainda existem pessoas boas no mundo e que, nessas horas, elas deixam o individualismo de lado e são solidárias ao próximo. Obrigada!

Entrarei num avião pela primeira vez na vida daqui a três dias (04/11) rumo a maior metrópole do país, São Paulo. Lá, todos os Jovens Embaixadores se conhecerão, assistirão palestras sobre cultura brasileira e americana, participarão de workshops e encontros em lugares diplomáticos. No final do dia 06/01, embarco rumo à terra que Deus me prometeu com uma mala na mão, poucos dólares no bolso, muita expectativa e uma cabeça cheia de ideais. Esses últimos fatores compensam a ausência de qualquer outro! Lembre-se de que a base para o início de qualquer jornada em busca de um objetivo é a vontade. Por isso, me despeço com o seguinte imperativo:

SONHE!

e Feliz Ano Novo!

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