“Follow your bliss …

and the universe will open doors for you where there were only walls”

No dia 16/09, dia da prova escrita, acordei cedo e resolvi me preparar espiritualmente, mentalizando toda positividade e mantendo o pensamento elevado a Deus, afinal, ele já sabia de tudo. Rezei pedindo para que Ele me desse forças para continuar na disputa pelo meu maior sonho.

Já havia estudado demais. Estava trabalhando para a melhoria do meu inglês há anos e sabia que fazendo a minha parte, Deus também faria a dele.

Pois bem, acordei, me arrumei e esperei minha mãe se arrumar também. Ah, minha mãe… Tadinha! Já não conseguia mais lidar com a minha ansiedade para fazer essa prova… Eu falava disso toda hora!

Pegamos um ônibus e em poucos minutos chegamos ao local de prova. Cheguei um pouco mais cedo, primeiro porque minha mãe tinha uma consulta médica marcada ali perto e depois que eu gosto de chegar sempre cedo aos compromissos. Pontualidade nunca é demais, né?!

Cheguei e, como tive que esperar, tratei logo de fazer amizade com uma menina que estava ao meu lado, a Daniele. Conversamos pouco, pois a ansiedade pairava no ar e nos impedia de pensar muito além do âmbito da prova que teria inicio dali a pouco.

Adiantando um pouco a história e partido para a parte que realmente interessa a você que está lendo, a hora chegou, entrei na sala e me sentei onde me conveio. Havia 16 candidatos na sala. Recebi a prova e logo comecei a fazer. Não queria perder muito tempo, ainda mais porque imediatamente percebi que minhas respostas seriam beeeeem longas (e assim foi)!

Lembro que a minha maior dificuldade durante a prova foi conter a minha “síndrome do lápis nervoso”. Sabe, esta é uma síndrome que me acompanha desde os meus primeiros contatos com a literatura e que me faz desembestar toda vez que começo a escrever. TRISTE! O pior é que um dos itens que estavam ressaltados no cabeçalho da prova era “não ultrapasse o espaço determinado para a o desenvolvimento da resposta de cada questão”

Deal with it, Laís!

And I’ve dealt! Terminei a prova nos minutos finais. Fiz questão de usar praticamente todo o tempo que tinha para desenvolver bem todas as questões. Sabia que esta prova seria um dos fatores determinantes e tudo que eu escrevi nela teria um peso grande e relativo na hora da escolha do representante do meu estado. E estava certa!

Saí muito confiante, com a sensação de missão cumprida e já estava me preparando para a pior parte do processo, que era a espera da resposta para a próxima fase.

PS: Para dar os merecidíssimos créditos ao autor desta frase que amo e escolhi para dar título ao post de hoje, digo que ela foi escrita pelo nova-iorquino Joseph Campbell (1904 – 1987). Sensacional!

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